Vencimento que vira prejuízo
O sistema avisa antes, por lote, com dias de antecedência que você escolhe. Não é relatório que alguém precisa lembrar de abrir — é alerta na tela de quem trabalha.
Lote e validade, medicamento controlado, receita, SNGPC e preço-teto da CMED não são "campos extras" que dá para parafusar num PDV comum. O Katu Farma nasceu com isso dentro — e com um caixa que continua vendendo quando a internet cai.
Sem cartão de crédito. Seus 18 mil produtos entram pelo Katu Migrador.
E que sistema genérico resolve mal, quando resolve.
O sistema avisa antes, por lote, com dias de antecedência que você escolhe. Não é relatório que alguém precisa lembrar de abrir — é alerta na tela de quem trabalha.
Você joga o XML do fornecedor e ele lê tudo: produto, custo, imposto, lote e validade. O que casou uma vez, casa sozinho na próxima nota.
Receita, livro de registro e escrituração dentro do fluxo da venda, não numa planilha paralela que alguém preenche no fim do mês de memória.
O caixa continua vendendo. Quando a conexão volta, tudo sobe sozinho — e a fila de vendas fica gravada em disco, fora do navegador.
É a primeira pergunta de todo dono de drogaria, e a resposta é um produto dentro do produto: o Katu Migrador.
Lê MySQL, MariaDB, SQL Server, Firebird, PostgreSQL, SQLite, DBF, CSV, Excel e XML de NF-e.
Produtos, preços, estoque e usuários ficam na máquina do caixa. Se a operadora cair no sábado de manhã, a venda continua acontecendo.
Venda feita offline é venda que já aconteceu: o cliente levou e pagou. Por isso a fila é gravada fora do navegador, onde "limpar dados de navegação" não alcança.
Quando a conexão retorna, tudo sobe e o conflito entre dois caixas é resolvido com regra, não com o palpite de quem salvou por último.
14 dias para usar de verdade, no balcão, sem cartão de crédito.